Apoiar o Software-Livre

... a nível nacional é necessariamente apoia-lo ao nível internacional e em particular, num primeiro passo, a um nível europeu. Pela sua natureza colaborativa e partilhada o software-livre é internacionalista e global. E público.

E por isso como primeira defesa do software-livre é necessário defender e tornar público aquilo que sempre deve ser público: o código construído com dinheiro público deve ser público, aberto e livre. E porquê? Porque necessitamos de ter controlo completo sobre o software que administra as nossas vidas. E não há melhor maneira de o fazer do que distribuir as contribuições, as vontades e esforços pelos nossos concidadãos.

Mas para além do controlo há mais: a abertura da tecnologia permitirá aumentar a transparência e transformar os bens públicos catalisando o abandono de práticas antigas que mantêm a opacidade e impedem a participação popular. E.g. adopção de formatos abertos, descentralização, robustez, interoperabilidade, etc, ...

É por isso, pelo menos para mim, fácil argumentar que as 4 liberdades individuais fundamentais do software-livre, o de execução, o acesso universal, modificação do código fonte e a redistribuição de cópias com ou sem modificações, são fundamentos práticos importantes a incentivar na escola e todos os dias. Fazia sentido há 30 anos atrás com a fundação do projecto GNU, faz hoje em pleno século 21 muito mais sentido.

Criado/Created: 26-11-2018 [11:43]

Última actualização/Last updated: 19-07-2019 [12:12]


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GNU/Emacs Creative Commons License

(c) Tiago Charters de Azevedo